Diário de uma Grávida

Diário de uma Grávida: Terceiro Trimestre

Nossa, quanto tempo faz que não consigo sentar e escrever!

Isso porque faz um mês que minha vida mudou completamente, eu finalmente conheci aquela que mudaria minha vida pra sempre, minha princesa nasceu.
Esse fato merece um post exclusivo, por isso vou focar esse para falar sobre o último trimestre de gravidez, os últimos tão aguardados 3 meses.

O terceiro trimestre se inicia oficialmente com 7 meses, lá vamos nós naquele chato calendário de semanas. Ele é marcado pela ansiedade, pelo cansaço, pelo ganho de peso, pelos últimos detalhes pra receber o bebê e riscar os itens daquela lista gigante que fazemos de “coisas para serem feitas antes do bebê chegar”.
Meu último trimestre não foi tão cansativo fisicamente, porque não engordei mais do que deveria. Ao todo era esperado no máximo um ganho de 12 quilos, eu engordei 10 no total então estava dentro da média. IMG_0669IMG_0668IMG_0676
Ele foi estressante por um pequeno detalhe.
Quando a mulher engravida, é formada a placenta. Ela é um órgão que vai amadurecendo junto com o bebê e é classificada em graus, ela começa no grau 0 e vai indo até o grau 3, que é praticamente as 2 últimas semanas, quando os nove meses estão completos.
Muitas mulheres dão a luz com placenta grau 2.
O que aconteceu comigo foi que com 31 semanas ( faltando entre 8 e 9 pra nascer) minha placenta foi diagnosticada como grau 3.GSQQ4919
Isso interfere no crescimento fetal, porque quanto mais velha for a placenta, mais calcificada ela fica, então a passagem de nutrientes para o bebê acaba sendo afetada.
Por conta disso, comecei a monitorar o crescimento da Melissa toda semana, até chegar em 2 em 2 dias, com exame de ultrassom e de cardiotoco. Eu acho importante dizer que percebi uma diminuição significativa nos movimentos do bebê e foi assim que consegui diagnosticar esse quadro. Isso aconteceu porque a bebê estava “poupando esforços”e usava o que recebia para as áreas como cérebro e coração, por isso não estava pulando na barriga.
Me alimentei muito bem nesse período e evitei esforços, afinal toda caloria que eu gastasse, a bebê também “perdia”. Passei as próximas semanas bem aflita, com medo de que essa placenta velha causasse algum mal pra bebê. Foi um tempo tenso e embora eu soubesse que estava tudo bem, ir ao hospital tantas vezes me deixava triste.

Aproveitei essas semanas para lavar as roupinhas, arrumar o que faltava no quartinho e curtir muito a barriga, afinal eram os últimos dias com aquela pança e em breve teria em meus braços meu pacotinho de amor.

Quando finalmente chegamos em 37 semanas, fiquei muito aliviada porque atingimos a meta de não ter um bebê prematuro, e sim uma bebê “a termo”, que fica entre o prematuro e o bebê nascido dentro das 40 semanas. Marcamos o parto e torcemos para o melhor.
Graças a Deus, o melhor realmente aconteceu. Minha filha nasceu, perfeita. ❤

Continua…

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